Teoria

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No artigo anterior apresentamos a primeira ferramenta de prevenção e controle de interferências eletromagnéticas: a matriz EMC. E para estudar a aplicação da matriz EMC propusemos um exemplo hipotético: uma lanchonete com acesso à internet via WiFi. Ao final do artigo anterior havíamos listado os componentes do ambiente eletromagnético da lanchonete e terminamos com a matriz EMC "vazia". Nesse artigo vamos mostrar como cada componente do ambiente eletromagnético interage com os outros e preecher a matriz.

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Nesse artigo e nos próximos vamos discutir de forma introdutória alguns aspectos relacionados à prevenção de interferências, embora ainda sem começar apresentar a tecnologia envolvida. O objetivo dessa introdução à prevenção de interferências é mostrar a importância de uma "estratégia" de compatibilidade eletromagnética que deve ser aplicada a um projeto desde às fases iniciais.

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Emissões versus Susceptibilidades

Se não existissem problemas de interferência, não haveria estudo de EMC. Embora cada problema de interferência tenha suas particularidades, compreender a estrutura básica comum a todos os problemas de interferência é entender de EMC. Mais uma vez recorrendo às definições do IEC, dizemos que um problema de interferência eletromagnética como “a degradação de desempenho de um dispositivo, equipamento ou sistema causada por uma perturbação eletromagnética” (IEC, 1989).

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No último artigo apresentamos as condições mínimas para a ocorrência de um problema de EMC, ou seja, para ocorrer uma interferência. Essas condições são: haver uma fonte de perturbações, haver uma vítima dessas perturbações e haver um caminho de acoplamento pelo qual a energia eletromagnética flui da fonte para a vítima. Nesse artigo vamos examinar fontes, vítimas e acoplamentos com mais detalhes.

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Emissões versus Susceptibilidades

Vamos continuar mantendo o foco nos aspectos mais fundamentais das emissões e susceptibilidades. A Comissão Eletrotécnica Internacional (IEC) descreve as emissões eletromagnéticas como “os fenômenos pelo quais a energia eletromagnética emana de uma fonte” (IEC, 1989). Podemos fazer uma analogia visual com uma fonte de água: parte da água que deixa a fonte chega até nós no estado líquido na forma de fluxo, parte da água chega na forma de vapor d'água.

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